Estudos, cadernos, ateliê e território — o que antecede e sustenta as telas.
2026-08Caravana Verger, Salvador: aquarela de uma criança na oficina, à beira da baía.2026-08“Não pintamos imagens: erguemos labirintos fluidos destinados a permanecer no acervo invisível da memória.”2026-08Acervo da Laje, Salvador.2026-08Ali, onde as águas da baía encontram o papel.2026-07No centro da rede neuronal, um maracá — não como metáfora, mas como hipótese: uma tecnologia ancestral de reorganização da percepção. Em processo.2026-07Raízes e neurônios compartilham uma mesma lógica de ramificação.2026-07Estudo a lápis para a rede neuronal.2026-07Os olhos de A serpente cósmica: janelas vermelhas e amarelas que vigiam o infinito.2026-07A casca da Jurema-preta diante da tela: “encontrei um olhar mineral, estático, que já me decifrava antes mesmo de eu nascer”.2026-05Abraço cósmico em processo, no ateliê.2026-05A raiz de Jurema-preta, presente da Cacica Senhora Pankararé, de Paulo Afonso.2026-05Observar a textura da raiz exige um traço que respeite a sua ciência.2026-04Texturas e camadas em papel de 300 g/m².2026-03Pivô Salvador: um fragmento da ativação de Arquipélago Archipel.2026-03“Repertório não se herda, se constrói na frequência e na observação atenta.”2026-03Estudo anterior à série: cosmologias indígenas e a tradição da Jurema Sagrada.2026-01Signos de cura, primeiro núcleo de trabalho: “será que a ciência está dialogando com os espíritos da floresta?” (Cristine Takuá, 2020).2026-01Acrílica sobre tela, 2025.